A palavra cura já existia em latim com o sentido primitivo de “cuidado”, “atenção”, “diligência”, “zelo”. São justamente esses os significados de cura neste espaço. A idéia é trocarmos palavras, idéias, sentimentos, atenção e cuidado. Sou professora de yoga e terapeuta e tenho me dedicado a meu auto-conhecimento através de um intenso e delicioso caminho de explorações e descobertas. Este é um espaço para que possamos compartilhar as diversas possibilidades de busca da integridade da alma.
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Temos medo do medo acabar
"A grande muralha foi erguida pra proteger a China das guerras e das invasões. A muralha não evitou conflitos, nem parou os invasores... Possivelmente morreram mais chineses construindo as muralhas do que vítimas das invasões que realmente aconteceram. Diz-se que alguns dos trabalhadores que morreram foram emparedados na sua própria construção; esses corpos convertidos em muro e pedra são uma metáfora de quanto o medo pode nos aprisionar."
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Sobre o medo e o amor...
O que determina se algo nos parece mau ou bom é o medo que sentimos desse algo, não a realidade! A realidade simplesmente existe e é boa, é Deus... O medo é o oposto do amor; onde há medo, não há possibilidade de perceber a manifestação divina sempre presente em tudo!!
Certamente, aquilo que me desagrada, aquilo que condeno, aquilo que rejeito, é sempre aquilo que temo... Me desagrada o que temo experimentar, condeno o que temo praticar, rejeito o temo vivenciar...
Se não há temor entre mim e o outro ou entre mim e um fato, não há rejeição, não há conflito, não há problema, há paz! Portanto não me parece ser muito inteligente perder-se em infindáveis trabalhos de catalogação daquilo que devo ou não fazer, de como devo ou não ser, de com quem devo ou não andar... Talvez seja bem mais sábio procurar observar por que temo o que não devo fazer, porque me assusta o que não quero ser, por que tenho medo daqueles com quem não devo andar...
Amor é união, é relacionamento e comunhão... Onde há medo, portanto, jamais poderá haver amor!
Certamente, aquilo que me desagrada, aquilo que condeno, aquilo que rejeito, é sempre aquilo que temo... Me desagrada o que temo experimentar, condeno o que temo praticar, rejeito o temo vivenciar...
Se não há temor entre mim e o outro ou entre mim e um fato, não há rejeição, não há conflito, não há problema, há paz! Portanto não me parece ser muito inteligente perder-se em infindáveis trabalhos de catalogação daquilo que devo ou não fazer, de como devo ou não ser, de com quem devo ou não andar... Talvez seja bem mais sábio procurar observar por que temo o que não devo fazer, porque me assusta o que não quero ser, por que tenho medo daqueles com quem não devo andar...
Amor é união, é relacionamento e comunhão... Onde há medo, portanto, jamais poderá haver amor!
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